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93 matérias encontradas
Ilustração sobre planetas rochosos, estrelas e retenção de atmosfera. Ilustração gerada por IA.
Universo · 1 min

Atmosferas de exoplanetas: existe uma “linha de costa cósmica”?

A “linha de costa cósmica” é uma possível fronteira entre planetas com e sem atmosfera. Gravidade e radiação estelar ajudam a explicar a tendência, mas a NASA ainda testa se esses dois fatores bastam para prever o destino de mundos rochosos.

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Apollo 16 Nikon 35 mm magazine (127). This exposure shows the Gum Nebula (Gum 12).The Apollo 16 Preliminary Science Report (NASA SP-315), describes the equipment: The photography of these low-brightness sources used the 35-min Nikon camera with a 55-mm lens, set at f/1.2 and infinity. Eastman Kodak type 2485, black-and-white, high-speed recording emulsion was used. The camera was mounted on a special bracket to use the right-hand rendezvous window. To prevent stray, internal illumination produce
Universo · 3 min

O que a polarização da luz revela no Universo

A luz tem uma propriedade além de cor e brilho: sua polarização. Ela ajuda a investigar poeira, reflexos e campos magnéticos sem viajar até os objetos observados.

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Ilustração de duas estrelas de nêutrons em fusão produzindo uma kilonova luminosa.
Universo · 2 min

O que é uma kilonova e como ela ajuda a fabricar ouro?

Quando estrelas de nêutrons se fundem, matéria rica em nêutrons é lançada ao espaço e produz elementos pesados; o brilho radioativo desse material forma uma kilonova.

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Mapa da Bolha Local ao redor do Sol, com cavidades e nuvens moleculares vizinhas no meio interestelar.
Universo · 2 min

Vivemos dentro de uma bolha criada por antigas supernovas?

O Sol atravessa a Bolha Local, uma cavidade de gás rarefeito e quente que provavelmente foi escavada por várias explosões estelares no passado.

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Região densamente preenchida por estrelas em um aglomerado globular observado pelo Hubble.
Universo · 2 min

Como seria o céu dentro de um aglomerado globular?

Em um aglomerado globular, centenas de milhares de estrelas ocupam uma região compacta; perto do centro, a noite poderia parecer tomada por astros brilhantes.

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Ilustração de um planeta gigante orbitando muito perto de uma pequena anã branca.
Universo · 2 min

Um planeta pode sobreviver à morte de sua estrela?

O planeta gigante WD 1856 b orbita uma anã branca e revela um enigma: ele pode ter migrado para perto do remanescente depois que a estrela morreu.

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Galáxia espiral com uma região luminosa ao redor do buraco negro central.
Universo · 2 min

Por que um buraco negro não engole a galáxia inteira?

Buracos negros não são aspiradores cósmicos: longe deles, sua gravidade age como a de qualquer objeto com a mesma massa, enquanto estrelas continuam em órbita.

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Imagem processada do sistema Beta Pictoris mostrando a posição do planeta Beta Pictoris d perto da estrela.
Universo · 1 min

Beta Pictoris d ficou escondido em imagens por mais de uma década

Uma nova análise de dados antigos do VLT revelou o terceiro planeta conhecido do sistema Beta Pictoris e mostrou o valor científico dos arquivos astronômicos.

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Imagem do sistema CD-35 2722 obtida pelo VLT, mostrando a fonte candidata a exolua próxima da anã marrom.
Universo · 1 min

Uma possível exolua orbita uma anã marrom

Observações do VLT revelaram um objeto candidato ao redor de CD-35 2722; se o vínculo for confirmado, poderá ser a primeira lua detectada fora do Sistema Solar.

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Imagem de alta resolução de Betelgeuse obtida pelo VLT, com a fonte candidata a estrela companheira indicada próxima à supergigante.
Universo · 1 min

Betelgeuse provavelmente tem uma estrela companheira

Uma fonte próxima à supergigante foi observada diretamente pelo VLT e combina com a hipótese de uma companheira estelar, ainda sujeita a confirmação.

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Galáxia M101 observada em raios X, com fontes catalogadas pelo observatório Chandra indicadas na imagem.
Universo · 1 min

Chandra encontra 84 fontes de raios X de um tipo inesperado

Objetos muito luminosos em raios X, mas quase invisíveis em outras faixas, podem revelar fases raras da evolução estelar e de explosões cósmicas.

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Hubble Friday - Heavy Metal Stars
Universo · 2 min

Por que não existem estrelas verdes?

As estrelas emitem luz verde, mas nossos olhos quase nunca as enxergam dessa cor. A explicação está na mistura de todo o arco-íris que chega até nós.

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Ilustração criada por IA de uma anã branca recebendo gás de uma estrela companheira durante uma nova clássica; sistema conceitual.
Universo · 1 min

Nova e supernova: qual é a diferença?

Uma nova clássica é uma erupção na superfície de uma anã branca. Uma supernova envolve uma transformação muito mais profunda e violenta.

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Ilustração editorial criada por IA da teia cósmica envolvendo uma grande região escura com poucas galáxias.
Universo · 4 min

O que são vazios cósmicos e por que eles não estão realmente vazios?

Entre filamentos e aglomerados da teia cósmica existem regiões imensas com pouquíssimas galáxias. Elas são raras, mas não são um nada absoluto.

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Ilustração editorial criada por IA de um clarão estelar iluminando arcos irregulares de poeira interestelar.
Universo · 4 min

Como um eco de luz faz uma explosão antiga reaparecer?

Parte da luz de uma explosão chega diretamente; outra parte percorre um caminho maior ao refletir em poeira interestelar. O atraso ilumina novas regiões e cria a aparência de um evento se repetindo.

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Ilustração editorial criada por IA em cores falsas das Bolhas de Fermi acima e abaixo do plano da Via Láctea.
Universo · 4 min

O que são as duas bolhas gigantes acima e abaixo da Via Láctea?

Mapas de raios gama revelaram dois lobos com cerca de 50 mil anos-luz de uma extremidade à outra. Eles guardam o registro de uma antiga injeção de energia no centro da galáxia.

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Ilustração editorial criada por IA de uma supernova com elementos gráficos de medição de distância.
Universo · 4 min

Como explosões estelares medem a expansão do Universo?

Supernovas do tipo Ia podem ser padronizadas pela evolução de seu brilho. Comparar luminosidade, brilho aparente e desvio para o vermelho transforma explosões distantes em marcos da expansão cósmica.

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Ilustração editorial criada por IA dos sensores do IceCube sob o gelo antártico e de um rastro luminoso.
Universo · 4 min

Como o IceCube encontra neutrinos no gelo da Antártida?

O observatório IceCube usa mais de cinco mil sensores enterrados no gelo para registrar flashes de luz produzidos por partículas secundárias. Direção, tempo e intensidade revelam a provável passagem de um neutrino.

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Imagem de observatório mostra o campo estelar da galáxia hospedeira de SN 2026gzf com a posição da supernova assinalada.
Universo · 7 min

Astrônomos capturam os primeiros instantes da morte de uma estrela massiva

Um clarão de raios X e uma supernova observada menos de uma hora depois permitiram reconstruir o choque e as camadas perdidas pela estrela SN 2026gzf.

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Ilustração artística mostra uma galáxia anã azulada aproximando-se da jovem Via Láctea durante a antiga fusão LKH.
Universo · 6 min

A Via Láctea absorveu uma grande galáxia anã há cerca de 12 bilhões de anos

Idades, composição e movimentos de 39 aglomerados globulares revelaram uma população atribuída a uma antiga fusão, chamada LKH, na infância da Via Láctea.

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Mapa submilimétrico de Betelgeuse obtido pelo ALMA mostra um disco irregular e áreas de maior emissão.
Universo · 6 min

Um ponto quente de Betelgeuse parece persistir há mais de sete anos

O ALMA mapeou a atmosfera submilimétrica de Betelgeuse e encontrou um pico quente semelhante em 2015 e 2023, desafiando modelos de convecção.

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Sequência de imagens do VLTI mostra estrelas ao redor de Sagittarius A*, com a órbita elíptica de S301 marcada.
Universo · 6 min

A estrela mais veloz conhecida da Via Láctea pode revelar a rotação de Sagittarius A*

S301 passa a cerca de 12 unidades astronômicas de Sagittarius A* e atinge 25 mil km/s. Sua órbita poderá ajudar a medir o arrasto do espaço-tempo — mas o spin ainda não foi determinado.

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Campo infravermelho densamente estrelado; perto da região central está o pós-brilho do GRB 221009A, junto à tênue galáxia hospedeira vista quase de perfil.
Universo · 3 min

Explosões de raios gama: por que brilham tanto e duram tão pouco?

Jatos quase à velocidade da luz concentram enorme energia em feixes estreitos. Alguns nascem do colapso de estrelas; outros, da fusão de estrelas de nêutrons.

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Campo estelar infravermelho em tons de vermelho, verde e azul, com o magnetar J1818.0−1607 aparecendo como uma fonte roxa brilhante próxima ao centro, cercada por emissão difusa de raios X.
Universo · 3 min

Como um magnetar cria um campo magnético tão extremo?

Magnetares são núcleos estelares comprimidos em uma esfera do tamanho de uma cidade. Seu campo pode deformar a crosta e alimentar explosões de alta energia.

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