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79 matérias encontradas
Ilustração editorial criada por IA de um clarão estelar iluminando arcos irregulares de poeira interestelar.
Universo · 4 min

Como um eco de luz faz uma explosão antiga reaparecer?

Parte da luz de uma explosão chega diretamente; outra parte percorre um caminho maior ao refletir em poeira interestelar. O atraso ilumina novas regiões e cria a aparência de um evento se repetindo.

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Ilustração editorial criada por IA em cores falsas das Bolhas de Fermi acima e abaixo do plano da Via Láctea.
Universo · 4 min

O que são as duas bolhas gigantes acima e abaixo da Via Láctea?

Mapas de raios gama revelaram dois lobos com cerca de 50 mil anos-luz de uma extremidade à outra. Eles guardam o registro de uma antiga injeção de energia no centro da galáxia.

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Ilustração editorial criada por IA de uma supernova com elementos gráficos de medição de distância.
Universo · 4 min

Como explosões estelares medem a expansão do Universo?

Supernovas do tipo Ia podem ser padronizadas pela evolução de seu brilho. Comparar luminosidade, brilho aparente e desvio para o vermelho transforma explosões distantes em marcos da expansão cósmica.

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Ilustração editorial criada por IA dos sensores do IceCube sob o gelo antártico e de um rastro luminoso.
Universo · 4 min

Como o IceCube encontra neutrinos no gelo da Antártida?

O observatório IceCube usa mais de cinco mil sensores enterrados no gelo para registrar flashes de luz produzidos por partículas secundárias. Direção, tempo e intensidade revelam a provável passagem de um neutrino.

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Imagem de observatório mostra o campo estelar da galáxia hospedeira de SN 2026gzf com a posição da supernova assinalada.
Universo · 7 min

Astrônomos capturam os primeiros instantes da morte de uma estrela massiva

Um clarão de raios X e uma supernova observada menos de uma hora depois permitiram reconstruir o choque e as camadas perdidas pela estrela SN 2026gzf.

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Ilustração artística mostra uma galáxia anã azulada aproximando-se da jovem Via Láctea durante a antiga fusão LKH.
Universo · 6 min

A Via Láctea absorveu uma grande galáxia anã há cerca de 12 bilhões de anos

Idades, composição e movimentos de 39 aglomerados globulares revelaram uma população atribuída a uma antiga fusão, chamada LKH, na infância da Via Láctea.

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Mapa submilimétrico de Betelgeuse obtido pelo ALMA mostra um disco irregular e áreas de maior emissão.
Universo · 6 min

Um ponto quente de Betelgeuse parece persistir há mais de sete anos

O ALMA mapeou a atmosfera submilimétrica de Betelgeuse e encontrou um pico quente semelhante em 2015 e 2023, desafiando modelos de convecção.

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Sequência de imagens do VLTI mostra estrelas ao redor de Sagittarius A*, com a órbita elíptica de S301 marcada.
Universo · 6 min

A estrela mais veloz conhecida da Via Láctea pode revelar a rotação de Sagittarius A*

S301 passa a cerca de 12 unidades astronômicas de Sagittarius A* e atinge 25 mil km/s. Sua órbita poderá ajudar a medir o arrasto do espaço-tempo — mas o spin ainda não foi determinado.

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Campo infravermelho densamente estrelado; perto da região central está o pós-brilho do GRB 221009A, junto à tênue galáxia hospedeira vista quase de perfil.
Universo · 3 min

Explosões de raios gama: por que brilham tanto e duram tão pouco?

Jatos quase à velocidade da luz concentram enorme energia em feixes estreitos. Alguns nascem do colapso de estrelas; outros, da fusão de estrelas de nêutrons.

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Campo estelar infravermelho em tons de vermelho, verde e azul, com o magnetar J1818.0−1607 aparecendo como uma fonte roxa brilhante próxima ao centro, cercada por emissão difusa de raios X.
Universo · 3 min

Como um magnetar cria um campo magnético tão extremo?

Magnetares são núcleos estelares comprimidos em uma esfera do tamanho de uma cidade. Seu campo pode deformar a crosta e alimentar explosões de alta energia.

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Duas observações mostram discos protoplanetários vistos de lado ao redor de estrelas jovens, com faixas escuras de poeira separando regiões luminosas de gás e material refletindo luz.
Universo · 3 min

Como planetas nascem em discos de gás e poeira?

Ao redor de estrelas jovens, grãos microscópicos colidem, viram blocos e crescem por gravidade. O caminho até um planeta é turbulento e ainda guarda lacunas.

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Composição do Sol em raios X e ultravioleta, produzida com dados de três telescópios espaciais.
Universo · 3 min

Como sabemos o que existe dentro do Sol sem olhar para o núcleo?

A superfície do Sol é opaca, mas ondas que atravessam seu interior e neutrinos produzidos no núcleo funcionam como dois exames complementares da estrela.

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Imagem de raios X em campo amplo do pulsar Vela e de sua nebulosa, cercados por filamentos de gás superaquecido do remanescente de supernova.
Universo · 2 min

Por que um pulsar pisca como um farol cósmico?

Ele não apaga e acende: uma estrela de nêutrons gira e varre o espaço com feixes de radiação que parecem pulsos quando cruzam a Terra.

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This artist conception based on data from NASA Wide-field Infrared Survey Explorer illustrates what brown dwarfs of different types might look like to a hypothetical interstellar traveler who has flown a spaceship to each one.
Universo · 4 min

Anãs marrons: por que não são planetas nem estrelas comuns

Anãs marrons ocupam a fronteira entre planetas gigantes e estrelas. Veja por que sua massa não basta para fazê-las brilhar como um Sol em miniatura.

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The image displays the velocity of the donor star, as determined from the Doppler shifts of the carbon monoxide lines (ESO Press Photo eso0135). It shows velocities from sixteen observations taken with VLT ANTU/ISAAC between April and September 2000. A periodogram analysis (upper panel) determines the period as 33.5 days and an orbit with this period represents the best fit to the data (lower panel). The orbital velocity of the binary star moving around the black hole is about 140 km/s.
Universo · 4 min

Como o espectro revela uma estrela companheira invisível?

Linhas no espectro de uma estrela podem oscilar entre azul e vermelho. Entenda como o efeito Doppler denuncia uma companheira invisível e quais são os limites da técnica.

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This is an artist's representation of GRO J1655-40, a binary star system observed in April 2005 by Chandra. This binary consists of a black hole and a normal star shown in blue. Gas is being pulled away from the star and falling onto a red disk spinning around the black hole. Some of this gas spirals in towards the black hole, generating copious amounts of light along the way. This infall of matter is only possible if the gas loses some of its energy either through a wind, shown in blue, or fric
Universo · 4 min

Como sabemos que há um buraco negro se ele não emite luz?

Buracos negros não brilham como estrelas, mas sua gravidade move estrelas, desvia luz e aquece gás. É assim que sua presença é inferida.

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The stars in the TOI 1338 system make an eclipsing binary — they circle each other in our plane of view. If you could hover near the planet TOI 1338 b, as shown in this illustration, you would see an eclipse every 15 days.
Universo · 4 min

Como eclipses entre estrelas revelam massa e tamanho

Quando duas estrelas se eclipsam, a variação de brilho e o movimento de sua luz ajudam a medir tamanho e massa sem chegar perto delas.

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NASA Spitzer and Hubble Space Telescopes have teamed up to expose the chaos that baby stars are creating 1,500 light-years away in a cosmic cloud called the Orion nebula.
Universo · 3 min

Por que a Nebulosa de Órion é uma fábrica de estrelas?

A nebulosa combina gás frio que colapsa, estrelas recém-nascidas e radiação intensa que esculpe o ambiente. É um laboratório próximo das várias etapas do nascimento estelar.

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The Blue Ring Nebula consists of two expanding cones of gas ejected into space by a stellar merger. As the gas cools, it forms hydrogen molecules that collide with particles in interstellar space, causing them to radiate far-ultraviolet light.
Universo · 5 min

O espaço entre as estrelas é vazio? O que há no meio interestelar

O espaço entre as estrelas é extremamente rarefeito, mas não vazio: gás e poeira escondem luz, formam nuvens e alimentam o nascimento de novas estrelas.

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As Cassini watches the rings pass in front of the bright red giant star Aldebaran, the star light fluctuates, providing information about the concentrations of ring particles within the various radial features in the rings
Universo · 4 min

Por que uma estrela como o Sol vira uma gigante vermelha?

Quando o hidrogênio do núcleo se torna escasso, uma estrela parecida com o Sol se reorganiza: o centro contrai e a parte externa cresce até virar gigante vermelha.

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The VLT Survey Telescope (VST) at ESO's Paranal Observatory in Chile has captured this richly detailed new image of the Lagoon Nebula. This giant cloud of gas and dust is creating intensely bright young stars, and is home to young stellar c
Universo · 4 min

Por que uma mesma estrela pode ter vários nomes?

Sirius, Alfa do Cão Maior e um código de catálogo podem apontar para a mesma estrela. Entenda por que a astronomia usa vários sistemas de nomes.

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The famous Sombrero galaxy (M104) is a bright nearby elliptical galaxy. The prominent dust lane and halo of stars and globular clusters give this galaxy its name. Something very energetic is going on in the Sombrero's center, as much X-ray
Universo · 4 min

Como os astrônomos calculam o tamanho de uma estrela distante

Mesmo parecendo pontos, estrelas têm tamanhos estimáveis. Distância, brilho, temperatura e, em casos favoráveis, seu disco aparente entram no cálculo.

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espaço, universo, céu noturno, céu
Universo · 4 min

Estrelas variáveis: por que alguns sóis mudam de brilho

Algumas estrelas realmente variam de brilho. As causas incluem pulsações, eclipses por companheiras e explosões, e cada padrão conta uma história física.

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Main sources of natural radioactivity stem from Uranium, Thorium and Potassium in the ground (bottom) and cosmic particle showers that break down in the upper atmosphere, above the altitude of passenger airplanes (top). Common artificial sources are medical applications (left) and nuclear power plants (right). For alpha and beta radiation, the relevant particle decay equations are stated in the top left corner. The greek gamma letter represents photons of high energy (= ionizing radiation) from
Universo · 4 min

O que são raios cósmicos e como a Terra os detecta

Eles não são raios de luz: partículas espaciais atingem a atmosfera e geram cascatas invisíveis. Entenda como a Terra nos protege e como cientistas as estudam.

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A simplified version of the Hertzsprung-Russell diagram of the original Hubble data, this graph schematically plots the brightness of the stars in globular cluster NGC 2808 (along the vertical axis) against stellar color and temperature (along the horizontal axis). The cooler a star is, the redder it appears, and it diminishes in brightness. The bluer stars are to the left; redder stars are to the right. The brightest stars are near the top. The three curves represent the three different populat
Universo · 4 min

Como os astrônomos estimam a idade de uma estrela

Estrelas não têm anéis de crescimento, mas sua luz e seu estágio de vida guardam pistas. Veja como a massa e os aglomerados funcionam como relógios cósmicos.

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The Madman and the Drunken Celestial
Universo · 4 min

Como astrônomos localizam um astro em um céu que não para de girar

Entenda as coordenadas celestes, o mapa que permite apontar telescópios para um objeto mesmo enquanto a rotação da Terra muda o céu acima de nós.

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This infrared image from NASA Spitzer Space Telescope shows a swirling landscape of stars known as the North America nebula. Clusters of young stars about one million years old can be found throughout the image.
Universo · 4 min

Por que muitas estrelas nascem reunidas em aglomerados

A formação estelar raramente é solitária: veja por que grandes nuvens de gás geram grupos de estrelas e como esses grupos mudam com o tempo.

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An aging star's last hurrah is creating a flurry of glowing knots of gas that appear to be streaking through space in this close-up image of the Dumbbell Nebula, taken with NASA/ESA Hubble Space Telescope.The Dumbbell, a nearby planetary nebula residing more than 1,200 light-years away, is the result of an old star that has shed its outer layers in a glowing display of colour. The nebula, also known as Messier 27 (M27), was the first planetary nebula ever discovered. French astronomer Charles Me
Universo · 4 min

Como uma estrela comum cria uma nebulosa planetária

Entenda por que algumas estrelas moribundas expulsam camadas coloridas de gás e por que esse espetáculo não tem relação direta com planetas.

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This illustration shows the orbit of the newly discovered Jupiter-like exoplanet named TIC 241249530 b, shown in comparison to the orbits of Mercury and Earth in our own Solar System. TIC 241249530 b follows one of the most stretched-out orbits of any transiting exoplanet known and also orbits its host star backwards, meaning in the direction opposite the star’s rotation. If this planet was part of our Solar System its orbit would stretch from its closest approach ten times closer to the Sun tha
Universo · 4 min

Por que não sentimos a Terra viajando pelo espaço em alta velocidade

A Terra gira, orbita o Sol e acompanha a Via Láctea, mas não sentimos essas velocidades. A explicação está na diferença entre movimento constante e aceleração.

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Foto de longa exposição de trilhas estelares sobre a paisagem iluminada da cidade de São Paulo à noite.
Universo · 4 min

Como sabemos a temperatura de uma estrela sem chegar perto dela

A cor e o espectro da luz permitem estimar a temperatura das estrelas, mas essa medida descreve principalmente suas superfícies.

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Uma vista impressionante do horizonte da Terra com um sol brilhante no espaço.
Universo · 5 min

O que são planetas órfãos e como podem vagar sem estrela?

Alguns mundos podem viajar pela galáxia sem orbitar uma estrela. Entenda como isso é possível, por que são tão difíceis de encontrar e o que ainda não sabemos sobre eles.

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016B2652.NEF
Universo · 4 min

Por que o Sol parece amarelo da Terra, mas é branco no espaço?

O Sol emite luz em muitas cores. A atmosfera terrestre altera o caminho dessa luz e ajuda a explicar por que ele costuma parecer amarelo, alaranjado ou vermelho.

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This image provides a side-by-side comparison of supernova remnant Cassiopeia A (Cas A) as captured by the NASA/ESA/CSA James Webb Space Telescope’s NIRCam (Near-Infrared Camera) and MIRI (Mid-Infrared Instrument).At first glance, Webb’s NIRCam image appears less colourful than the MIRI image. But this is only because the material from the object is emitting light at many different wavelengths The NIRCam image appears a bit sharper than the MIRI image because of its greater resolution.The outski
Universo · 4 min

Por que ampliar uma imagem não revela mais detalhes no céu

A ampliação pode deixar um objeto maior aos olhos, mas não cria informação. Veja por que abertura, atmosfera e detector definem o detalhe astronômico.

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The James Webb Space Telescope observed planetary nebula NGC 2392 in mid-infrared light, revealing the presence of dust and its varying structures within this tumultuous environment. Nicknamed the Lion Nebula due to its appearance, this col
Universo · 2 min

James Webb revela uma estrela morta “cozinhando” a Nebulosa do Leão

No infravermelho, o telescópio revelou uma anã branca destruindo parte da poeira ao redor enquanto aglomerados mais densos resistem à radiação.

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Um céu noturno sereno com constelações visíveis e árvores em silhueta sob um céu estrelado claro.
Universo · 3 min

Por que vemos sempre novas constelações ao longo do ano

O céu noturno muda de cenário porque a Terra avança em sua órbita. As estrelas não trocam de lugar de uma noite para outra, mas nossa direção de visão muda.

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galaxy, space, universe, night sky
Universo · 4 min

Por que as estrelas parecem tremular quando olhamos da Terra?

O tremular das estrelas não está nelas: nasce nas camadas móveis da atmosfera, que desviam a luz antes que ela chegue aos olhos.

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This four-panel graphic based on data from NASA's Hubble Space Telescope illustrates how the binary-star system V Hydrae is launching balls of plasma into space.
Universo · 4 min

Por que tantas estrelas nascem e vivem em pares

Muitas estrelas compartilham uma órbita porque nuvens de gás em colapso podem se dividir; esses pares também permitem medir massas estelares.

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This image shows an irregular galaxy named IC 10, a member of the Local Group — a collectiongrouping of over 50 galaxies inwithin our cosmic neighbourhood that includes the Milky Way. IC 10 is a remarkable object. It is the closest-known starburst galaxy to us, meaning that it is undergoing a furious bout of star formation fueled by ample supplies of cool hydrogen gas. This gas condensescongeals into vast molecular clouds, which then formcondense into dense knots where pressures and temperatures
Universo · 5 min

Por que as galáxias têm formas tão diferentes no Universo

Espirais, elípticas e formas irregulares não são apenas desenhos no céu: elas registram movimento, gás, formação estelar e encontros gravitacionais.

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This illustration depicts a hypothetical uneven ring of dust orbiting KIC 8462852, also known as Boyajian's Star or Tabby's Star.
Universo · 4 min

Por que uma estrela não desaba sobre si mesma enquanto brilha

A gravidade tenta comprimir uma estrela sem parar, mas a energia produzida no núcleo sustenta um equilíbrio delicado que pode durar bilhões de anos.

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April 10, 2014 RELEASE 14-104 NASA's Hubble Extends Stellar Tape Measure 10 Times Farther Into Space Illustration of spatial scanning By applying a technique called spatial scanning to an age-old method for gauging distances called astronomical parallax, scientists now can use NASA’s Hubble Space Telescope to make precision distance measurements 10 times farther into our galaxy than previously possible. http://www.nasa.gov/press/2014/april/nasas-hubble-extends-stellar-tape-measure-10-times-farth
Universo · 4 min

O que é um parsec e por que astrônomos usam essa distância

O parsec nasce de um pequeno deslocamento aparente das estrelas. Entenda a unidade e por que ela é útil para medir o cosmos.

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Neutron stars, or cores leftover from exploded stars, are some of the densest objects in the universe. There are several types of neutron stars, shown in this illustration, including magnetars and pulsars.
Universo · 3 min

O que é uma estrela de nêutrons e por que ela é tão compacta

Quando uma estrela massiva colapsa, seu núcleo pode virar uma esfera minúscula e extrema. Veja o que sabemos sobre as estrelas de nêutrons.

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Description from the Chandra X-ray Center: In some ways, star clusters are like giant families with thousands of stellar siblings. These stars come from the same origins — a common cloud of gas and dust — and are bound to one another by gravity. Astronomers think that our Sun was born in a star cluster about 4.6 billion years ago that quickly dispersed. By studying young star clusters, astronomers hope to learn more about how stars — including our Sun — are born. NGC 6231, located about 5,200 li
Universo · 4 min

Por que estrelas mais pesadas vivem menos tempo que estrelas leves

Ter mais combustível não garante uma vida estelar longa: estrelas muito massivas gastam energia em ritmo muito mais intenso.

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Martian City Map
Universo · 4 min

Poluição luminosa: por que a cidade apaga as estrelas

Luzes mal direcionadas espalham claridade pelo céu e reduzem o contraste das estrelas. Entenda o problema e por que apagar tudo não é a única solução.

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This image of the Crab Nebula combines data from five different telescopes. It is know as the expanding gaseous remnant from a star that self-detonated as a supernova, briefly shining as brightly as 400 million suns.
Universo · 4 min

Magnitude astronômica: por que números menores brilham mais

Na escala de magnitude, um número menor indica maior brilho aparente. Veja de onde vem essa convenção e por que ela não mede o tamanho da estrela.

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728U1969.NEF
Universo · 4 min

Como sabemos o formato da Via Láctea vivendo dentro dela

Não podemos fotografar a Via Láctea de fora, mas luz, rádio, distâncias e movimentos permitem montar um mapa testável de nossa galáxia espiral.

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The spider part of The Spider and the Fly nebulae, IC 417 abounds in star formation, as seen in this infrared image from NASA Spitzer Space Telescope and the Two Micron All Sky Survey 2MASS.
Universo · 4 min

Por que uma nuvem de gás não vira uma estrela de uma vez

Nuvens interestelares podem ter matéria para muitas estrelas, mas gravidade, calor, rotação e turbulência dividem esse material antes do nascimento.

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This infrared image from NASA Wide-field Infrared Survey Explorer features one of the bright stars in the constellation Perseus, named Menkhib, along with a large star forming cloud commonly called the California Nebula.
Universo · 4 min

Por que duas estrelas igualmente brilhantes podem ser tão diferentes

O brilho no céu mistura a energia emitida por uma estrela com sua distância. Entender essa diferença explica por que pontos parecidos podem ser astros muito distintos.

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NASA's Solar Eclipse Composite Image July 11, 2010
Universo · 4 min

Por que a coroa do Sol é muito mais quente que sua superfície

A região mais externa da atmosfera solar alcança temperaturas muito maiores que a superfície visível, um enigma ainda investigado.

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Stellar Horizon
Universo · 4 min

Como as estrelas fabricam elementos além do hidrogênio

O carbono do corpo, o oxigênio que respiramos e muitos metais nasceram em processos estelares. Veja o que as estrelas produzem — e onde essa fábrica para.

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This infrared image, from NASA Spitzer Space Telescope, of M100 is a classic example of a grand design spiral galaxy, with prominent and well-defined spiral arms winding from the hot center, out to the cooler edges of the galaxy.
Universo · 3 min

Como os braços de uma galáxia espiral podem durar tanto

Os braços espirais não são trilhas rígidas de estrelas. Eles são padrões em movimento, onde gás se comprime e novas estrelas tornam o desenho visível.

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Several small sunspots appeared this week, giving NASA's Solar Dynamics Observatory a chance to illustrate their sources Mar. 2, 2017. Magnetic forces are the dynamic drivers here in these regions of the sun.
Universo · 3 min

Por que as manchas solares parecem escuras sem serem frias

Manchas solares são regiões muito quentes, mas parecem escuras por serem menos quentes que o entorno. Entenda o papel dos campos magnéticos do Sol.

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Faint ΔKs = 12.16 companion with a separation of 3.73 arcseconds from the central star. Follow-up observations revealed its background nature through proper motion arguments. If it were at the same distance as G173-39, it would correspond to a ~10 Mjup companion at 53.4 AU.
Universo · 4 min

Como sabemos que as estrelas mudam de posição no céu

As constelações parecem imóveis numa vida humana, mas as estrelas viajam pela galáxia. Comparar posições ao longo do tempo revela um céu que muda devagar.

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Duas mãos estendidas uma em direção à outra sobre um fundo escuro e quente, simbolizando conexão.
Universo · 5 min

A história da humanidade: como rastros viraram memória e registros

A história humana não é uma escada de progresso contínuo. Ela é reconstruída por fósseis, objetos, genes, línguas e textos, cada qual com seus próprios limites.

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This image is an illustration of a merging white dwarf remnant. An international team of astronomers using the NASA/ESA Hubble Space Telescope have discovered a stellar rarity: an ultra-massive white dwarf that formed when a white dwarf merged with another star, rather than through the evolution of a single star. This discovery, which was made possible by Hubble’s sensitive ultraviolet observations, suggests that these rare white dwarfs may be more common than previously suspected.[Image descrip
Universo · 4 min

Como uma estrela termina como anã branca ou supernova

O destino de uma estrela não depende de ela “queimar tudo” de uma vez. Sua massa determina se o fim será calmo, explosivo ou ainda mais extremo.

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NGC 6090 is a beautiful pair of spiral galaxies with an overlapping central region and two long tidal tails formed from material ripped out of the galaxies by gravitational interaction. This image is from NASA Hubble Space Telescope.
Universo · 3 min

Quando galáxias colidem, por que suas estrelas quase não se chocam

Galáxias podem atravessar umas às outras e mudar de forma sem virar um amontoado de estrelas batendo. O motivo é a enorme distância entre seus astros.

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This illustration shows the unusual orbit of planet Kepler-413b around a close pair of orange and red dwarf stars. The planet 66-day orbit is tilted 2.5 degrees with respect to the plane of the binary stars orbit.
Universo · 4 min

Como a gravidade permite pesar planetas e estrelas

Ninguém coloca uma estrela em uma balança. Astrônomos estimam massas ao medir como a gravidade muda o movimento de luas, planetas e estrelas vizinhas.

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NASA Curiosity Mars rover recorded this view of the sun setting at the close of the mission 956th Martian day, or sol April 15, 2015, from the rover location in Gale Crater.
Universo · 4 min

Por que o céu é azul e o pôr do Sol fica avermelhado

A luz do Sol parece branca, mas a atmosfera separa parte de suas cores no caminho. Isso explica tanto o azul do dia quanto os tons quentes do entardecer.

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This picture illustrates part of a spectrum of a star obtained using the HARPS instrument on the ESO 3.6-metre telescope at the La Silla Observatory in Chile. The lines are the light from the star spread out in great detail into its component colours. The dark gaps in the lines are absorption features from different elements in the star. The regularly spaced bright spots just above the lines are the spectrum of the laser frequency comb that is used for comparison. The very stable nature and regu
Universo · 5 min

Como a luz revela de que são feitas as estrelas

Astrônomos não precisam tocar uma estrela para investigar sua composição: a luz dela traz linhas que funcionam como pistas físicas dos elementos presentes.

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STS-116 Shuttle Mission Imagery Backdropped by a colorful Earth, NASA astronaut Robert L. Curbeam, Jr. (left) and European Space Agency (ESA) astronaut Christer Fuglesang, both STS-116 mission specialists, participate in the mission's first of three planned sessions of extravehicular activity (EVA) as construction resumes on the International Space Station. The landmasses depicted are the South Island (left) and North Island (right) of New Zealand. Explanation: The International Space Station (I
Universo · 4 min

Por que o espaço é silencioso, mesmo em explosões gigantes?

O espaço pode abrigar eventos extremamente energéticos, mas o som comum não consegue atravessar seu quase vazio. Entenda o papel do meio material.

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Fotografia de longa exposição capturando rastros de estrelas hipnotizantes que criam padrões circulares no céu noturno de Sydney, Austrália.
Universo · 5 min

Por que o céu do hemisfério sul é diferente do norte?

A Terra é uma esfera, e cada hemisfério olha para uma direção diferente do espaço. Por isso, parte do céu visível no Brasil jamais aparece em países do norte.

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Hình ảnh thiên hà vô định hình NGC 4449 quan sát bởi kính viễn vọng không gian Hubble. Ảnh: ASA, ESA, A. Aloisi (STScI/ESA) và The Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration
Universo · 4 min

Por que as estrelas piscam, mas os planetas quase não?

O piscar das estrelas não acontece nelas: é um efeito da atmosfera da Terra. O tamanho aparente de estrelas e planetas ajuda a explicar a diferença.

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Image title: Warm Winter Night Over Spiš RegionAuthor: Robert BarsaCountry: SlovakiaThis image, taken in Slovakia in January 2022, shows regions of the Milky Way and a rich variety of constellations. The summer constellations of the northern hemisphere are very low in the sky towards the bottom-right. The bright stars of Cygnus and Lyra shine through the artificial lights at the horizon. The huge array of northern winter and autumn constellations with many bright stars are associated with divers
Universo · 3 min

Constelações existem de verdade ou são desenhos feitos pelo nosso olhar?

Constelações são padrões reconhecidos no céu, mas suas estrelas em geral não formam um grupo físico. Veja por que os desenhos mudam com o lugar e com o tempo.

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faísca, faíscas, fogos de artifício, luz
Universo · 4 min

Ano-luz não mede tempo: como a luz transforma o céu em passado

Um ano-luz é uma distância, não uma duração. Como a luz leva tempo para viajar, observar o céu é receber notícias antigas de estrelas e galáxias.

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Hubble Observes One-of-a-Kind Star Nicknamed ‘Nasty’
Universo · 4 min

Por que as estrelas têm cores diferentes no céu

Azul, branca, amarela ou vermelha: a cor de uma estrela é uma pista sobre sua temperatura, mas a atmosfera e nossos olhos também mudam o que vemos.

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This visualization shows the Earth's magnetosphere being hit by a geomagnetic storm. The MAGE model simulates real events that happened throughout May 10-11, 2024.White orbit trails: All satellites orbiting Earth during the stormOrange orbi
Universo · 5 min

Existe um próximo cataclismo previsto para a Terra?

Não há um cataclismo natural com data marcada. Entenda quais riscos são reais, o que está sendo monitorado e por que previsão não é o mesmo que possibilidade.

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Renderização dramática em CGI de um buraco negro com disco de acreção em espiral.
Universo · 5 min

O que existe dentro de um buraco negro, segundo a ciência

A relatividade geral prevê um interior sem caminho de volta e uma singularidade; a física quântica indica que essa descrição ainda não é a resposta final.

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Taken by Stéphane Guisard, an ESO engineer and world-renowned astrophotographer, from Cerro Paranal, home of ESO’s Very Large Telescope, this image directly benefits from the quality of Paranal’s sky, one of the best on the planet. The imag
Universo · 5 min

Os braços da Via Láctea vão mais longe do que os mapas indicavam

Ecos de raios X mediram diretamente braços externos da Via Láctea e sugerem que eles ficam até 10% mais distantes do que os mapas anteriores mostravam.

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Ilustração de uma anã vermelha em primeiro plano e uma pequena anã branca parcialmente visível atrás dela, representando um sistema binário próximo.
Universo · 5 min

Quatro anãs brancas surgem do brilho de vizinhas próximas

Observações no ultravioleta revelaram quatro anãs brancas próximas que pareciam invisíveis ao lado de estrelas mais brilhantes. Entenda por que elas importam.

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Deslumbrante céu estrelado com silhueta de telescópio capturando a Via Láctea no Brasil.
Universo · 5 min

Como a inteligência artificial está mudando a astronomia

De planetas escondidos em dados antigos a explosões de estrelas vistas em tempo real, a IA ajuda astrônomos a lidar com um Universo que produz mais informação do que olhos humanos conseguem examinar.

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The Moon's glint beams off the Pacific Ocean as stars glitter in the background above the Earth's airglow. The Moon is obscured behind a solar array in this photograph from the International Space Station as it orbited 264 miles above.
Universo · 5 min

Super El Niño em 2026? O que já se sabe — e o que ainda é previsão

O El Niño já está ativo no Pacífico e pode se tornar muito forte no fim de 2026. Entenda o que “super El Niño” significa, por que ele não garante extremos em todo o Brasil e quais riscos merecem atenção agora.

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escultura, estátua, esfinge, bronze
Universo · 6 min

Como a Idade do Bronze transformou ofícios em conhecimento

Na Idade do Bronze, artesãos, escribas e observadores do céu reuniram conhecimentos práticos que ajudaram a medir terras, fundir metais, organizar colheitas e registrar padrões da natureza.

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Spalanie gazu ziemnego na kuchence gazowej
Universo · 6 min

A primeira lei da termodinâmica: para onde vai a energia?

A primeira lei da termodinâmica explica como calor e trabalho alteram a energia de um sistema. Nesta aula, você aprende a usar a equação, interpretar seus sinais e reconhecer a lei em situações cotidianas.

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Concepção artística de uma nave atravessando um buraco de minhoca, cercada por faixas luminosas.
Universo · 5 min

Viagem no tempo: 6 curiosidades entre a física e o cinema

A viagem no tempo já acontece em escala minúscula, ajuda o GPS a funcionar e inspira paradoxos que a física ainda não resolveu. Veja o que é comprovado, o que permanece hipótese e cinco filmes para continuar a exploração.

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Large Hubble Survey Confirms Link between Mergers and Supermassive Black Holes with Relativistic Jets
Universo · 5 min

A física de Interestelar: o que o filme acerta — e onde imagina

Interestelar transforma relatividade, buracos negros e viagens cósmicas em drama humano. Entenda o que tem base científica nas cenas marcantes do filme de Christopher Nolan e o que permanece hipótese.

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Universo · 4 min

Entropia: por que o tempo não se comporta como em Tenet

Entenda o que a entropia mede, por que ela ajuda a explicar a direção do tempo e onde a ficção científica de Tenet se apoia em uma ideia real — e depois vai muito além dela.

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Universo · 5 min

O que aconteceria se você caísse em um buraco negro?

Cair em um buraco negro não seria uma queda comum: radiação, forças de maré e a fronteira sem retorno mudariam tudo. Entenda o que a física prevê — e onde ela ainda não consegue responder.

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Ilustração em forma de linha do tempo mostrando Arquimedes, Ibn al-Haytham, Galileu, Newton, Faraday, Darwin, Curie, Einstein, Rosalind Franklin e Jennifer Doudna, conectados por símbolos de ciência como telescópio, bobina elétrica, molécul
Universo · 7 min

De Arquimedes ao CRISPR: 10 cientistas que mudaram o mundo

Uma viagem por dez nomes que ajudaram a transformar observação em cálculo, cálculo em tecnologia e curiosidade em ferramentas que mudaram a vida humana.

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Ilustração de Tales de Mileto observando o céu noturno enquanto um eclipse solar parcial escurece o horizonte de uma cidade jônica antiga.
Universo · 7 min

Qual é a ligação entre Tales de Mileto e a ciência?

Tales de Mileto não criou a ciência moderna, mas ajudou a mudar a pergunta sobre a natureza: em vez de apenas narrar mitos, buscou causas no próprio mundo. Entenda suas ideias, seus limites e as histórias de espanto que o cercam.

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Galáxia de Andrômeda cercada por estrelas, representando a imensidão do Universo.
Universo · 6 min

O Universo nasceu do nada?

O Big Bang descreve um Universo muito quente e denso, mas não prova que tudo surgiu do nada. Até onde a ciência consegue voltar — e onde começam as hipóteses?

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