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Luas no Sistema Solar: o que a NASA mostra
Nem toda lua gira em torno de um planeta. Algumas acompanham asteroides, enquanto outras escondem oceanos ou têm uma atmosfera espessa.
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Pandora: como medir a atmosfera de um exoplaneta sem confundir a luz da estrela?
A missão Pandora observa estrelas e planetas em várias cores para separar sinais da superfície estelar de pistas nas atmosferas dos exoplanetas.
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Como o relicto Terzan 5 ajuda a reconstruir a formação do bojo central da Via Láctea?
Webb e Hubble identificaram até quatro gerações de estrelas em Terzan 5. Elas ajudam a reconstruir como o bojo central da Via Láctea se formou.
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O que determina se um planeta pode ter vida?
Estar na zona habitável ajuda na busca por água, mas a distância de uma estrela não decide sozinha se um planeta pode sustentar vida.
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O que o asteroide Psyche pode revelar sobre os núcleos dos planetas rochosos?
O asteroide Psyche contém muito metal, mas sua origem ainda é uma pergunta. Uma sonda da NASA vai investigar se ele guarda pistas sobre a formação dos núcleos planetários.
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Como o MOONS observa mil alvos ao mesmo tempo no VLT?
O MOONS, no Very Large Telescope, usa cerca de mil fibras ópticas para observar muitos astros ao mesmo tempo. Sua primeira luz abre estudos do centro da Via Láctea e de galáxias distantes em luz vermelha e infravermelha.
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Como a lente gravitacional forte transforma galáxias em “ferramentas” para encontrar outras galáxias?
O Euclid identificou 500 candidatos a lentes gravitacionais fortes: galáxias distantes cuja luz forma arcos ou anéis ao passar pela gravidade de outras galáxias. O efeito ajuda a estudar a matéria escura e a ampliar objetos de fundo.
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Por que as estrelas K são o “ponto ideal” para buscar mundos habitáveis?
Anãs laranjas do tipo K vivem por muito tempo e podem oferecer condições favoráveis à busca de planetas habitáveis. Elas ficam entre estrelas como o Sol e anãs vermelhas; a zona habitável, porém, não garante água nem vida em um planeta.
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Como o Sol afeta a trajetória e a superfície dos asteroides troianos de Júpiter?
Pontos de Lagrange mantêm os troianos de Júpiter em grupos à frente e atrás do planeta. Luz, calor e vento solar também podem afetar asteroides, mas a intensidade dos efeitos Yarkovsky e YORP nesses troianos ainda precisa ser estudada.
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Como o Webb detectou poeira e água muito perto do buraco negro central da Via Láctea?
Usando o James Webb, a ESA relata a primeira detecção clara de água ao redor da estrela IRS 3, no centro galáctico. A observação mostra que uma estrela evoluída ainda pode produzir poeira mesmo numa região dominada por radiação intensa, perto de Sagittarius A*.
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3I/ATLAS: o que os isótopos revelam sobre a origem de um cometa interestelar?
Isótopos medidos no cometa interestelar 3I/ATLAS pelo Very Large Telescope sugerem formação nas regiões externas de um sistema estelar antigo. A composição oferece pistas de sua origem, mas não determina com precisão sua idade.
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K2-18 b: o que a atmosfera pode revelar sobre vida?
Hubble e Webb investigaram a atmosfera de K2-18 b, um exoplaneta na zona habitável. Metano, dióxido de carbono e uma possível assinatura de dimetil sulfeto despertam interesse, mas nenhum desses sinais demonstra a existência de vida.
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Como as luas do Sistema Solar recebem nomes?
A NASA explica que muitas luas são batizadas depois de uma numeração provisória, e que a maior parte dos nomes vem de personagens mitológicos de várias culturas; as luas de Urano são a exceção, ligadas a Shakespeare e Alexander Pope.
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Como uma possível exoluna desafia os nomes tradicionais do Sistema Solar?
Observações do VLT revelaram evidência de um objeto parecido com uma lua no sistema CD-35 2722, mas ele não orbita um planeta: circunda uma anã marrom que, por sua vez, orbita uma estrela.
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Como o Euclid investiga o Universo escuro
A missão Euclid mapeia galáxias e mede pequenas distorções causadas pela gravidade para investigar a distribuição da matéria escura. Ao acompanhar estruturas e distâncias cósmicas, também ajuda a estudar a expansão associada à energia escura.
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Atmosferas de exoplanetas: existe uma “linha de costa cósmica”?
A “linha de costa cósmica” é uma possível fronteira entre planetas com e sem atmosfera. Gravidade e radiação estelar ajudam a explicar a tendência, mas a NASA ainda testa se esses dois fatores bastam para prever o destino de mundos rochosos.
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O que é o desvio para o vermelho e por que ele importa para as galáxias?
O desvio para o vermelho alonga a luz e desloca seu espectro para a faixa vermelha. Na explicação da ESA, isso ajuda astrônomos a medir galáxias e quasares distantes e a distinguir movimento comum da expansão do próprio espaço.
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Como uma estrela pode ser expulsa da Via Láctea?
Um encontro entre um sistema múltiplo e o buraco negro central pode capturar uma estrela e arremessar outra a velocidade suficiente para escapar da Galáxia.
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Como jatos de buracos negros atravessam uma galáxia?
Discos de plasma e campos magnéticos próximos a buracos negros podem acelerar partículas em feixes estreitos que percorrem distâncias maiores que a própria galáxia.
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Como uma estrela de nêutrons tropeça sem parar de girar?
Pulsares desaceleram de forma muito regular, mas às vezes giram subitamente um pouco mais rápido. Esses glitches abrem uma janela para a crosta e o superfluido internos.
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Por que a Via Láctea tem uma barra de estrelas no centro?
A Via Láctea não é uma espiral perfeitamente redonda. Órbitas coletivas formam uma estrutura alongada que redistribui gás, momento angular e atividade no disco.
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Como um coronógrafo esconde a estrela e revela um planeta?
Máscaras, espelhos deformáveis e controle preciso da luz reduzem o brilho de uma estrela para que a luz muito mais fraca de um planeta próximo possa ser separada.
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Por que existe uma região perigosa para satélites sobre o Brasil?
Na Anomalia do Atlântico Sul, partículas energéticas chegam mais perto da Terra. Satélites que atravessam a área podem sofrer ruído, falhas temporárias e desgaste eletrônico.
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O que acontece quando um buraco negro despedaça uma estrela?
Ao passar perto demais de um buraco negro massivo, uma estrela pode ser esticada por uma diferença extrema de gravidade e virar um fluxo de gás muito luminoso.
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